Você que está buscando Recolocação profissional, já parou para fazer um Balanço de 2016?

2016 está chegando ao fim, você que está buscando Recolocação Profissional, já parou para fazer um Balanço de 2016?

Vamos pensar um pouquinho de modo assertivo sobre esse ano? Eu sei que esse ano não foi um ano nada fácil para “quase” ninguém, digo “quase” porque algumas pessoas tiveram um grande ano por ter conseguido superar as dificuldades que estavam enfrentando e tento evitar generalizações, às vezes quando as coisas não estão indo bem como gostaríamos temos uma tendência a generalizar, colocar tudo dentro do mesmo pacote, mas aviso de antemão: Meu objetivo aqui não é chorar junto, é fazer você enxergar alguns pontos que “talvez” você não esteja atento ok?

Penso que se eu fizer o mesmo que qualquer um pode fazer minha missão perde o sentido, então: Talvez você se irrite comigo em algum ponto, já vou logo avisando, mas respire fundo, entenda que quero seu bem de verdade, vou abrir um pouco do meu coração com você e também vou tentar influenciar você para enxergar lados diferentes de algumas situações e fazer você perceber que você é mais abençoado do que imagina ser, se isso não te agrada, pare de ler e vá fazer outra coisa, não perca seu tempo comigo.

Mas…se você está de fato querendo avançar e aproveitar uma reflexão gratuita e cheia de desejos positivos e energia boa para te ajudar a começar 2017 numa “vibe” melhor, vem comigo… Vamos juntos!!!

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Não vou ignorar a situação que estamos vivendo, claro que temos motivos para nos entristecermos com a atual situação econômica do nosso País, nunca em toda minha existência vi nada parecido, olha que lido com recolocação profissional há mais de 15 anos e para piorar ainda mais, essas guerras descabidas em vários lugares do mundo, muitas vezes nos remetendo às piores épocas que a humanidade já vivenciou, isso parecia tão distante e agora tão real e tão próximo com irmãos de outros países, mas ainda assim, são nossos irmãos, porque a raça humana é uma só e eles precisam urgente das nossas orações e que as autoridades façam alguma coisa para salvá-los, assim como vários brasileiros que estão vivendo situações desumanas em nosso país também, Cabe a nós orar, vibrar positivamente e ajudar da forma que pudermos para que essas guerras cessem e para que as pessoas possam viver como humanas.

Tem momentos que também me fragilizo, hoje mesmo foi um deles, eu acordei chorando com a lembrança de que hoje faz 3 anos que perdemos num aborto espontâneo um bebê que desejávamos muito, pertinho do Natal há 3 anos, não estou compartilhando isso para me fazer de vítima não, porque já superei e isso acontece com mais frequência do que gostaríamos, só descobri isso quando aconteceu comigo, mas mexe um pouco com a gente quando se aproxima do Natal.

Porque estou usando esse exemplo, porque eu perdi um bebê e 30 dias depois perdi meu emprego há 3 anos, era a primeira vez nas duas situações, algumas poucas pessoas conhece essa história real, mas resolvi compartilhar com meus contatos porque final de ano é época de balanço, de reflexão e quero te ajudar nesse processo, não como uma pessoa perfeita, mas como uma pessoa humana que também passa pelos mesmos desafios que qualquer uma passa e que se comove com a dor do próximo e que tenta aliviar de alguma maneira dentro das diversas forma que eu tenho para esse fim.

Quais foram as primeiras lições dessa perda dupla:

Lição número 1

Nascer é uma grande benção, é uma grande engenharia vencer a primeira batalha da vida que é vir a este mundo, sabia? Parece simples, mas não se engane, não é não! Cada um que rompeu essa barreira de cara é um Vencedor ou uma Vencedora!

Aprendi também que quanto à perda sofrida na gravidez não tem mais o que fazer, a dor vem às vezes com tudo, mas o tempo alivia especialmente quando lembro que nada acontece por acaso e que tudo tem uma razão de ser, mesmo com minhas limitações eu optei por aceitar e valorizar outros aspectos que me dão forças para seguir.

Lição número 2

Perder um emprego muitas vezes está entre as piores dores que existem, para algumas pessoas essa dor só perde para a morte de quem a gente ama, especialmente quando:

  • Você é o “carro chefe” da família;
  • Quando seu salário era a principal fonte de renda;
  • Quando você amava o que fazia e nem pensava em olhar para os lados;
  • Quando as outras empresas simplesmente não existiam no seu campo de visão, de ação, porque você era feliz e fiel a empresa em que trabalhava.

Mas graças à Deus têm outros desafios que quando a gente perde, temos a chance de recuperar outros até melhores em vários casos, como a minha especialidade é trabalhar com Recolocação Profissional & Empregabilidade é nisso que vou focar ok?

Tenho alunos que perderam o emprego, estavam fora do mercado há pouco mais de 1 ano e conseguiram ir para outros empregos onde o que ganharam no período de 6 a 8 meses foi suficiente para recuperar tudo o que perderam ou que deixaram de ganhar em mais de 1 ano fora do mercado, fora a experiência adquirida, alguns foram até para outros países morando ou a trabalho, outros estão no Brasil mesmo.

Claro que esse salto não acontece com todos, porque muitos salários foram reduzidos para caber dentro do orçamento das empresas que precisam e desejam continuar contratando para continuar crescendo e prosperando, mas o fato é que poucos meses antes de começar a pensar da forma correta, olhar para as mesmas situações com novas lentes, e agir de modo mais assertivo, isso parecia impossível para essas mesmas pessoas, tem pessoas que não querem aprender nada, querem apenas um emprego.

Mal sabem que emprego nunca está 100% na nossa mão, podemos ser o melhor profissional do mercado na nossa área de atuação, mas se não formos o dono da empresa, podemos ser demitidos a qualquer momento, mesmo quando temos os melhores salários, cargos, benefícios e até resultados.

Pergunte-me como sei disso? Eu tinha tudo isso há 3 anos.

Agora, quando a gente aprende a lição O emprego é mera consequência de uma tríade:

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  1. Pensar da Maneira Certa (Mentalidade)
  2. Fazer o que precisa ser feito (Foco e Ação)
  3. Com Consistência, pelo tempo necessário até alcançar o resultado.

Nem tudo vem no tempo e na forma como a gente gostaria, às vezes demora um pouco mais, mas pode vir bem melhor do que a encomenda, sabia?

Quanto ao Balanço de 2016

Quantas entrevistas você fez esse ano?

Se a resposta for nenhuma ou 2 ou 3 apenas ao longo de 1 ano buscando ativamente, reveja seu currículo, a sua estratégia e ao tempo dedicado no alcance do seu objetivo. Fique atento se você está falando demais ou de menos, se está sendo claro quanto ao seu objetivo, se não está se aplicando para vagas superiores ou inferiores sem o cuidado de adaptar sua linguagem para o estilo da vaga em questão, quem quer ser gerente não pode apresentar um currículo de analista, quem quer se analista não deve apresentar um currículo de gerente, veja um artigo que escrevi sobre currículo clicando depois em: https://recolocacaoprofissional.com/como-elaborar-um-curriculo-como-fazer-o-melhor-curriculo-da-sua-vida/

Pense também quanto as questões salariais, se você de fato está atento aos salários que estão sendo ofertados, há bem pouco tempo os salários estavam bem acima das tabelas “salariais convencionais”, alguns totalmente fora da realidade atual, algumas pessoas estão pagando um preço alto por terem sido bem remuneradas devido a sua competência e profissionalismo, nesses casos, é importante avaliar sobre como você está expondo isso e como está fazendo sua oferta, a ideia aqui não é ensinar caso, a caso, é fazer você refletir ok?

De quantas entrevistas você obteve o verdadeiro feedback do motivo pelo qual não foi o(a) escolhido(a)?

Eu sei que alguns vão pensar: Os recrutadores nem me ligaram para dizer que eu não fui selecionado, “só sei disso porque não fui contratado”, “Estou esperando retorno há 1 ano”, eu sei como é isso, eu também fiquei fora do mercado, minha técnica para não sofrer era o seguinte: Prazo de 15 dias, isso mesmo! Eu esperava 15 dias por um contato, se não tinha feedback eu ligava e procurava saber se ainda estava participando do processo, ratificava meu interesse e logo sabia se poderia nutrir esperanças ou não, procurava não jogar muita expectativa em cima de uma única empresa, colocava energia em fazer o máximo possível de entrevistas para ter a oportunidade de escolher onde eu gostaria de trabalhar. Sempre gostei de fazer escolhas!

Quanto à pergunta acima, lembre-se de não ficar com raiva do recrutador, você não têm noção da pressão que é contratar e demitir dezenas ou centenas de pessoas todo mês, nem de quantas pessoas dizem que aceitam a proposta e na semana de ser contratada desistem, ou 30 dias depois, por isso em vez de julgar tire a responsabilidade da sua vida dos ombros do recrutador que mal te conhece e jogue-a em cima de você, aquela empresa tem que ser 1 (UMA) POSSIBILIDADE, só isso! Ela NÃO DEVE SER A SALVAÇÃO DA PÁTRIA.

Sua Salvação está relacionada a sua RESILIÊNCIA, na sua CAPACIDADE DE AGUENTAR OS NÃOS da VIDA e mesmo assim seguir em frente de cabeça erguida com a certeza do seu VALOR e da sua VITÓRIA!

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Ligue para a empresa ou envie um e-mail agradecendo a oportunidade de ter participado do processo e peça gentilmente se possível, um feedback para descobrir o que na opinião do recrutador faltou para você ser a pessoa escolhida, se tem algo que ficou aquém ou muito acima do esperado, informe que essa informação é importante para você seguir melhorando e para atingir mais rápido seu resultado.

Mas é importante que a pessoa tenha a sabedoria para ouvir um feedback verdadeiro e aceitá-lo sem discutir ou ofender o recrutador, sei que a maioria das pessoas que me seguem tem esse bom senso, mas não tenho controle de todos que vão ler essa reflexão, estou apenas sendo cuidadosa, só isso! Não fique bravo(a), é excesso de cuidado, coisa de mãe.

Plano de Ação 1

  • Anote o nome de cada empresa que você fez entrevista / Cargo e Competências Requeridas. Depois responda com sinceridade:
  • Por que você acha que não foi selecionado(a), o que faltou?
  •  O que tinha em excesso? Seja sincero(a) com você mesmo.
  • Você fez a melhor entrevista da sua vida em cada uma dessas oportunidades? 
  • O que você poderia fazer de melhor em cada uma delas?

Estar presente para isso, vai te ajudar a ser mais assertivo da próxima vez. Em cada processo seletivo você tem a obrigação de fazê-lo sempre de modo mais assertivo que o anterior, porque “o músculo da empregabilidade” vai ficando mais forte, você fica cada dia mais preparado(a) e sua hora se aproxima a cada nova oportunidade de vender a sua melhor versão. Mas esse momento de reflexão é rico para perceber onde é que você “pode estar errando”.

Tem situações que não tem nada de errado contigo, às vezes a escolha foi por empatia, por algum detalhe pequeno, em alguns casos o fato de ser mulher é um bom sinal dependendo da vaga, por causa de algumas peculiaridades natas, em outros pode até ser negativo, outros tem a ver com questões salariais, localidade, você não tem controle de algumas variáveis, se fez toda análise acima, não encontrou nenhum sinal de melhoria a ser feita, das “duas uma”: ou Você tem um ponto cego muito grande, onde talvez você precise de ajuda profissional ou você realmente está apenas sem sorte, sua hora está bem próxima, é só continuar tentando.

Esse artigo ficou maior do que eu gostaria, final de ano você sabe como é? Essa história de pensar toma tempo mesmo e a gente se aprofunda um pouco mais.

Mas quero que você avalie também o que deu certo até agora, porque sua vida não se resume à sua recolocação profissional, isso é importante SIM, mas isso não é sua vida, isso FAZ PARTE da sua vida.

Então pare, pense e responda:

Plano de Ação 2

1.      O que deu certo em 2016?

2.      Quem te ajudou? Quem valeu a pena conhecer esse ano?

3.      Quem superou suas expectativas?

4.      O que você aprendeu nesse período de Busca de Recolocação profissional?

5.      Quem você deseja que continue na sua vida em 2017?

6.      Quem você poderia agradecer e ainda não o fez esse ano? Demonstre isso para essa pessoa de alguma forma, nas dificuldades encontramos “anjos”, amigos que talvez nunca conheceríamos se não tivéssemos essas experiências.

Plano de Ação 3

1.      No que você vai dar um basta? O que você insistiu ao longo de todo ano de 2016, pensando e agindo, mas que não está lhe ajudando em nada a alcançar seu objetivo? O que vale a pena mudar para 2017?

Seja algumas ações e/ou forma de pensar que não estão ajudando. Responda a Você mesmo!

2.      O quanto você está comprometido em fazer mais e melhor para ter um ano de 2017 melhor do que o anterior?

3.      Quais são as ações? Escreva o que pretende fazer em Janeiro, Fevereiro, etc… Depois crie um cronograma com as atividades diárias focadas na sua recolocação profissional, e lembre-se:

Se você colocar 10% de energia na sua busca vai ter 10% de resultado, se colocar o máximo de energia nisso, vai conseguir resultados mais rápidos!

Quanto do seu tempo e energia você está disposto a dedicar para sua recolocação? Pense nisso e faça diferente!

Além disso:

Afaste-se temporariamente de notícias e pessoas negativas, elas sugam sua energia e minam suas forças.

Aumente sua fé em Deus e seja grato por tudo que você conquistou, pelas pessoas que você tem e pelo que está por vir.

Obrigada por ter lido todo esse artigo, ele foi inspiração do coração, aproveitei o momento para colocar para fora a tristeza de maneira proveitosa, produtiva, sou grata a você, porque isso me fez bem, tirei o foco da minha dor para ajudar e isso faz muito bem.

Apenas um último pedido: Caso você esteja buscando Recolocação Profissional e não tenha baixado a 5ª edição do meu livro digital e queira receber conteúdo de valor sobre Recolocação Profissional e Empregabilidade gratuitamente, não perca tempo >>>Clique aqui!

Ou se você conhece alguém que está buscando Recolocação Profissional, marque essa pessoa aqui nos comentários e compartilhe na sua rede, isso também é uma forma de ajudar ao próximo nesse final de ano!

Feliz Natal e um próspero Ano Novo!

Acredite em você e faça Acontecer!!!

Eu sou a Janaína Lima

Coach de Carreira e Mentora

Especialista em Recolocação Profissional & Empregabilidade

 

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